Campo Grande, 24 de Setembro de 2017

Busca de Produtos:


PRINCIPAL

QUEM SOMOS

SUA DÚVIDA

ANTENA

AV AGRíCOLA

BOTãO PTT

CAPACETE

CONECTORES

DIVERSOS

FIOS ANTI-CHAMA

FONE

INTERCOM

LUZES

MANUAIS

MICROFONE

REGULADORES

SIST. IGNIçãO

TABELA DE PREÇOS

LINKS

BOLETIM TÉCNICO

NOTÍCIAS

CONTATO

Lâmpadas de LED – Evolução na iluminação
13/02/2012

Por mais de um século a lâmpada incandescente reinou soberana em todos os sistemas de iluminação. Thomas Edison fez a primeira lâmpada incandescente comercializável em 1879. A evolução tecnológica, que em muitos setores cresce de forma exponencial, durante muitos anos se manteve linear em relação às lâmpadas.
A lâmpada incandescente gasta mais de 80% da energia elétrica que flui em seu filamento produzindo calor e só o restante é dissipado em forma de luz. Mas, apesar do baixo rendimento, até recentemente não nos restavam outras soluções com custos viáveis.
Um exemplo de como a lâmpada incandescente é mais fonte de calor do que de luz, é o cuidado que se deve ter ao ligar os faróis da aeronave no solo. Grande parte das aeronaves têm um revestimento de acrílico transparente que fica à frente do farol, em formato curvo, como parte do revestimento de bordo de ataque da asa. Está previsto nos manuais de manutenção de algumas dessas aeronaves que em solo não pode deixar o farol ligado por mais de 20 segundos, para não derreter o acrílico. Em vôo, o vento arrefece e evita o problema.
Na aviação, faróis, luzes de navegação, iluminação de instrumentos e luzes de cabine sempre foram com lâmpadas incandescentes. Até mesmo as luzes anticolisão usavam um motor elétrico para girar as potentes lâmpadas incandescentes para dar a sensação de pisca-pisca ao observador distante. Posteriormente surgiram as lâmpadas de gás xenônio, que funcionam pelo mesmo princípio dos flashes de máquinas fotográficas. As lâmpadas de gás necessitam de uma fonte que gera os pulsos de alta tensão e descarrega a carga acumulada em capacitores sobre as lâmpadas, que se transformam numa espécie de curto-circuito, quando são ionizadas pelo pulso de altíssima tensão (em torno de 10kV), aplicado ao filamento que envolve o bulbo. Nesse pulso, de curto espaço de tempo – centésimos de segundo – a descarga elétrica sobre o gás de xenônio proporciona o flash de luz que vemos piscando nas luzes dos aviões.
Essas lâmpadas finalmente estão sendo superadas pelas lâmpadas de LED (do inglês – Light Emitting Diode). O LED é antigo, foi desenvolvido pela primeira vez pelo pesquisador da GE Nick Holonnyak, em 1963. Mas, inicialmente, só servia como pequenas luzes para indicar ligado ou desligado. O divisor de águas, na aplicabilidade dos LED, podemos considerar o ano de 1993, quando o pesquisador japonês Shuji Nakamura inventou o primeiro LED azul de alto brilho. Pouco depois surgiu o LED com luz branca (que se conseguiu adicionando amarelo ao LED azul). Em 2000 o LED Luxeon I surgiu com uma intensidade de 25 lúmens, inédita até então, e de lá para cá a evolução não pára, e ocorre de tal forma que o produto mudou radicalmente, e possui uma estrutura bem diferente dos LED utilizados em sinalização de eletrônicos.
Do consumo de calor que sobrava um pouco de luz em nossos sistemas de iluminação com lâmpadas incandescentes, finalmente podemos agora contar com a tecnologia dos diodos emissores de luz (LED). Hoje eles estão presentes em semáforos, iluminação predial, tela de televisão, automóveis, embarcações e também na aviação. Nesse último caso, em particular, têm a vantagem de eliminar a necessidade de fios elétricos de grosso calibre – que suportavam a alta corrente das lâmpadas incandescentes – ou a malha de blindagem das altas tensões nos cabos das lâmpadas de gás (strobes lights), que nem sempre evitavam as interferências no rádio VHF.
Dentre as opções no mercado, para a aviação experimental, a Eletroleve comercializa as lanternas de LED desenvolvidas pela ARIELTEK, mostradas na seção LUZES deste site e no vídeo de demonstração (clique aqui).
Paulo Rockel

..:: Sobrevivente ocasional
..:: Mulheres no Comando
..:: Princípios básicos de manutenção de aeronaves
..:: Clube Esportivo de Voo (CEU) x OLIMPÍADAS
..:: CAN – Correio Aéreo Nacional – Revoada comemorativa
..:: TRIKE DA ÍCAROS É UTILIZADO EM PESQUISA AMBIENTAL
..:: Conheça o VOLATO 400
..:: Intercom – uma análise dos diversos modelos
..:: Comunicado
..:: Do mato ao mar
..:: Expo Aero Brasil 2010
..:: Aviashow 2010
..:: COMUNICADO


..:: Programa de Qualidade ABUL
..:: Expo Aero Brasil 2009
..:: CÓPTEROS... Giro versos Heli
..:: MOVIMENTO NACIONAL PELA MELHORIA DOS SERVIÇOS DA ANAC
..:: Expo Aero Brasil 2008
..:: 8º ENU - Encontro Nacional de Ultraleves
..:: Mixer Kiko – Gerenciador de áudio

Próximo >> Último > 

3 últimos itens
Total

R$ 0,00


Cadastre-se

Digite seu nome e e-mail para receber novidades da Eletroleve
Nome:
E-Mail:
Repita o E-Mail:

Descadastrar


Enquete

Você voa...
• Avião
• Ultraleve
• Trike
• Girocóptero
• Parapente
• Outros
• Não vôo
• Paratrike

:: Resultado ::

©2017 Eletroleve. Todos os direitos reservados. All rights reserved.