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Sobrevivente ocasional
08/04/2016

(Texto publicado na edição n.º 70 do Ultraleve News, da ABUL.)

Foi aí pelo fim dos anos 50, em 1958 creio...
Eu, um Terceiro Sargento recém-formado, que já voava CATALINA como Segundo Mecânico, fiquei sabendo dos preparativos da ida dos Sargentos UCHOA (QAV) e WATANABE também (QAV), ao Rio de Janeiro/GB, a fim de receberem um DOUGLAS DAKOTA DC-3 destinado ao 1º/2º GAV. Disseram-nos que era uma espécie de prêmio pelo bom desempenho do nosso Esquadrão de CATALINAS – era um "Oscar". "Seu Oscar", como foi batizado, anos depois, por alunos de um Colégio de Porto Nacional/PA premiados com uma viagem de férias naquele velho avião, era a vedete do nosso Esquadrão e o único DOUGLAS entre tantos CATALINA. Após receber a matrícula da FAB – C-47 2068, foi reservado para o transporte de autoridades, na 1ª Zona Aérea, e entregue aos cuidados do Mecânico de Voo mais antigo e experiente do Esquadrão – o UCHOA. Vê-lo ali no pátio de estacionamento do 1º/2º GAV, com seu nariz empinado, no meio dos velhos "Patas-Chocas" CATALINAS, era como ver um rapaz sozinho em um colégio interno para moças.
O tempo foi passando e, um dia, eu conquistei o direito de ter o 68 (Meia Oito) sob a minha responsabilidade como seu Mecânico de Voo. Após um Curso de Adaptação, realizado no próprio 68, este me foi entregue.
Nessa época, já outros C- 47 (prefixo FAB para os DC-3) haviam se infiltrado nas fileiras dos "Patas-Chocas", contudo o "Seu Oscar" ainda era o destaque, pois, era o único que possuía poltronas, ao invés dos bancos laterais e duros dos demais, sendo assim mais confortável para viagens com autoridades. Entre nós foi crescendo uma espécie de "amizade" e, como é comum entre Mecânico e Avião, fomos nos identificando a ponto de um refletir a personalidade do outro. Embora pareça estranho, a quem não vive em nosso meio aeronáutico, ouvir dizer que um avião, que não passa de uma máquina, pode ter personalidade eu lhes digo que pode sim, e, o 68 tinha personalidade.
Como seu Mecânico, eu tinha que cuidar de seu estado físico, de sua aparência, e quanto melhor o fazia, melhor ele correspondia. Lembro-me de quando instalei música ambiente em sua cabine, com ajuda de um colega Radiotelegrafista: fui gozado por meus colegas, diziam que o 68 estava virando boate. Não resta dúvida de que era trabalhoso manter um avião em boa forma, contudo essa dedicação tinha suas compensações.
Durante nossas longas viagens (a 270 Km/h), o velho "Seu Oscar" pouco ou nada me ocupava. Ele correspondia ao meu esforço de mantê-lo em forma, quando em terra,. Ficar sentado em minha cadeira de Mecânico de Voo, logo atrás do Piloto, vendo os instrumentos indicando tudo correto e ouvindo o ronco sincronizado dos seus motores era a melhor recompensa para mim. Muitas vezes me irritava com a maneira indelicada como certos pilotos operavam o "Seu Oscar". Para eles era apenas mais um avião, o que não ocorria comigo, pois, eu reparava suas mazelas em terra para que ele pudesse se defender da implacável "bruxa", quando em voo. Posso recordar todos os momentos em que estivemos juntos em nossas quase duas mil horas de voo. Momentos como a inauguração do Aeroporto de Terezina/PI, para o qual transportamos toneladas de material. Do primeiro pouso de um avião em Barra do Corda/MA, onde um Padre muito feliz e com a cidade toda "engalanada" nos recebeu. De quando levei minha noiva para o Rio de Janeiro/GB, a fim de comprar o enxoval para o nosso casamento. Da primeira viagem de avião de minha filha, ainda no ventre da mãe... Ver vinte e duas pessoas nele embarcando, muitas vezes tendo minha esposa entre elas, nunca me causou preocupação, pois, o 68 jamais me desapontou no cumprimento de suas missões, assim como não o fez até seu último minuto.
Nosso Esquadrão tinha entre outras finalidades a de efetuar o Correio Aéreo da Amazônia (CANAM). E o 68, tendo perdido em parte seu lugar de destaque entre os muitos outros C-47 que chegaram, foi incluído nas Linhas normais do CANAM para atendimento das populações ribeirinhas e apoio às Guarnições do Exército nas fronteiras.
Assim sendo, fomos escalados (eu e o 68) para uma missão do CANAM que iria até o Alto Rio Madeira, ou seja, até Rio Branco no Acre. No dia da viagem, pela manhã, recebi a Ordem de Missão onde constava a quantidade de combustível para o reabastecimento na saída, o dia e hora da decolagem, entre outros dados. Pelas oito horas, fui até o "Seu Oscar" que se encontrava estacionado no pátio de aeronaves do 1º/2º GAV, tendo ao lado uma "Pata-Choca" – o CATALINA de n.° 6509 – outro velho amor meu, pois, nele e debaixo de suas asas enormes iniciei minha carreira de Aeronavegante. Este CATALINA, à época chamado de "Jerico", por ter um enorme jerico desenhado em seu nariz por algum gozador muito antes de minha chegada no Esquadrão, foi uma espécie de mãe para mim, pois, diria que em seu ventre foi aperfeiçoada a minha habilidade como Mecânico. Foi um notável avião no qual vivi muitas e inacreditáveis aventuras... Porém, voltemos ao "Seu Oscar" antes que fique enciumado!
Tudo o que se faz num avião segue uma rotina pré-determinada, desde o abrir a porta, colocar a escada e subir com o pé direito, é claro, inspecionando a cauda internamente, a fuselagem, a cabine de comando, enfim, tudo é visto passo a passo, obedecendo a uma sequência, para que não haja esquecimento de nenhuma verificação, pois, uma distração pode ser fatal em aviação. Na cabine de comando, os passos a seguir antes da partida dos motores são muitos. Quando as duas caldeiras estão funcionando em regime de aquecimento, começa o papo entre Mecânico e Avião. O 68 tinha seus instrumentos bem dispostos e seus dois motores eram como irmãos gêmeos, o que um dizia, através dos ponteiros, o outro repetia. Eu não podia deixar por menos, pois, um motor tinha que estar sempre pronto a substituir o outro plenamente. Findo o aquecimento tinham início os diversos testes: hélice, magneto, potência, e vários outros... Nesse dia o "Seu Oscar" estava muito bem de "saúde". Chequei quantidade de gasolina, óleo, drenei os tanques, bloqueei o leme de direção e fui até a Chefia da Manutenção preencher o Relatório de Voo e informar que o 68 estava disponível. Aí então, fui informado de que a decolagem sofrera um atraso de 24 horas.
Aguardei até às 11:00 horas para ter certeza de não ser necessário fazer nenhum voo local e, então, pedi ao meu Chefe uma dispensa pelo resto do dia. Às 11:30 horas, após bloquear totalmente o 68 e trancar sua porta, segui para minha casa na cidade. Nunca poderia imaginar que estava vendo o velho "Seu Oscar" pela última vez! Durante a tarde resolvi problemas meus em casa e, à noite, fui ao cinema com minha esposa. Não havia como pensar que, nesse período de tempo, o 68 estava fazendo sua última viagem juntamente com vários outros companheiros.
Às 05:00 horas da manhã, acordei bem disposto e aguardei a chegada da condução que apanharia a tripulação para a viagem programada. Após 15 minutos passados da hora prevista para que eu fosse apanhado, segui para a Base Aérea em meu carro. Ao chegar ao pátio de estacionamento de aeronaves do 1º/2º GAV, verifiquei que ali não estava o 68 . Estacionei o carro e já meio de "cabeça quente", pois, não gostava que ninguém movesse o 68 sem minha presença, fui iniciando uma "bronca" para cima do Mecânico de Serviço; este, porém, ficou um pouco admirado e perguntou se eu não sabia... Sabia o que ?!! – Vamos até a Estação Tática (estação-rádio do Esquadrão que se mantinha em contato permanente com os aviões durante suas missões) que te explicaremos!
Foi quando tomei conhecimento de que uma hora após a minha saída da Base Aérea, no dia anterior, o Comando do Esquadrão recebeu Ordem do QG-1 para que um avião decolasse, imediatamente, com uma Equipe de Oficiais , Sargentos e Soldados armados, a fim de defender o Destacamento de Aeronáutica de Cachimbo/PA de um possível ataque por parte dos índios da região. No estacionamento, o avião que estava pronto era o 68. A tripulação seria a mesma que estava escalada para a missão do dia seguinte. Os dois Pilotos e o Radiotelegrafista foram facilmente encontrados em suas residências no interior da Base Aérea, pois, era a hora do almoço. Eu, porém, já na cidade, se tivesse que ser avisado e apanhado pela condução de transporte das tripulações, causaria atraso à decolagem. Assim sendo, foi dada a ordem de escalar o primeiro Mecânico de C-47 que retornasse do almoço. E, este, foi o Sargento Botelho.
Desta forma, muito rapidamente como a situação exigia, foi escalada a tripulação: Tenente Nogueira – 1º Piloto e Comandante; Tenente Silva Filho – 2º Piloto; Sargento Botelho – Mecânico de Voo; e, Sargento Godinho – Rádio- Telegrafista.
Meia hora depois, o 68 decolava rumo a Jacareacanga/PA, com escala em Santarém/PA onde aguardaria a ordem de decolagem para Cachimbo que, certamente, seria no dia seguinte a fim de evitar voo noturno numa região onde a proteção ao voo era precária e as pistas existentes não possuíam balizamento noturno.
O voo, até Santarém, demorou umas duas horas. Rumando para Jacareacanga, com seus vinte e um passageiros que experimentavam uma certa euforia na expectativa da aventura, já que esses Oficiais, Sargentos e Praças, estavam indo para uma missão nunca antes imaginada. Seu treinamento militar razoável lhes dava certa confiança em como manejar suas armas. Cada um, intimamente, fazia seus planos de ataque e defesa e muitos imaginavam se seriam capazes de puxar o gatilho contra uma pessoa. É válido dizer que nós, militares brasileiros e principalmente nós da FAB, não estamos habituados ao combate, apesar de sermos treinados para isso.
Na FAB desenvolvemos mais a mentalidade de assistência e apoio, de socorro e salvamento, e não de combater. Sendo assim, podemos imaginar os conflitos internos daqueles rapazes, com uma média de idade de 25 anos.
Ronronando, com suas caldeiras bem sincronizadas, o "Seu Oscar" seguia sua rota, cumprindo sua primeira missão de emprego militar, se assim podemos dizer. A tarde era cinza, com vários cúmulos que o Tenente Nogueira procurava desviar do 68, na medida do possível, para evitar os balanços que iriam provocar enjoos em alguns dos passageiros e o consequente efeito do vômito tão desagradável. Em Jacareacanga, outro C-47, vindo de Brasília/DF, já se agasalhava para o pernoite. Enquanto os integrantes da Equipe procuravam seus alojamentos, os Sargentos da Tripulação preparavam o 68 para o pernoite. Uma inspeção cuidadosa, seguida de abastecimento de combustível e dos reparos necessários para que, no dia seguinte, tudo esteja em ordem para a decolagem na hora marcada. O Sargento Radiotelegrafista Godinho, contudo, tinha um problema. O radiocompasso do 68 não vinha funcionando bem desde a saída de Belém. Com a caixa do receptor nos ombros, o Godinho seguiu para Sala de Controle do Destacamento para investigar com mais cuidado o problema. O Godinho era um velho amigo; fomos da mesma Turma, na Escola de Especialistas da Aeronáutica, e ambos éramos paraenses. Era um entusiasta em seu trabalho, que procurava desempenhar com empenho e esmero. Recordo que muitos pilotos se divertiam, fazendo com que o Godinho imaginasse que estavam perdidos. Incontinente, o avião ganhava um Navegador, munido de mapas e tudo o mais, a fim de ajudar no reencontro da rota. Após tantas horas de voo pela Amazônia, em V.O.R. (Vendo o Rio), o Godinho podia na realidade identificar vários rios e costumava saber onde estava sempre que seu trabalho operacional permitia.
Após uma hora de verificação nos receptores do radiocompasso, Godinho e mais dois colegas Radiotelegrafistas do outro C-47 chegaram à conclusão que não dava para arrumar o equipamento.
Às 20:00 horas, via rádio do Destacamento, chegou Ordem da 1a Zona Aérea para que os dois C-47 decolassem, de imediato, com destino a Cachimbo. O Comandante do 2068 não discutiu, convocou sua Tripulação e a Equipe que transportava e decolou. O segundo C-47, subordinado ao Comando de Transporte Aéreo (COMTA) e cujo 1º Piloto e Comandante era um Oficial- General, aguardou até as 23:00 horas para sua decolagem, o que lhe daria margem de segurança para voar diurno, em caso de emergência, pois, o C 47 tem autonomia de 08:00 horas de voo.
No seu último e fatídico voo, o 68 permaneceu no ar durante oito horas até cair com os motores parados por "pane seca". Literalmente perdida a tripulação do "Seu Oscar" volteou às cegas, dialogando entre si e sem conseguir localizar Cachimbo. A falta do radiocompasso, certamente, foi fator preponderante na perda do 68. Contudo, o Godinho não parou de "falar" (via Código Morse) com nossa Estação Tática, em Belém , informando tudo o que ocorria a bordo, inclusive as mudanças de rumo executadas, o que devia ter ajudado na localização do avião. Foram oito horas dramáticas onde a rígida noção do cumprimento do dever, a inexperiência no tipo de emprego operacional, o nervosismo pesaram sobremaneira na tragédia. Em Belém, a angústia dos que acompanhavam as ações se transformou em dor quando o apito do rádio do Godinho desapareceu do ar, confirmando a queda do avião. Meio aturdido com o relato dos companheiros da Estação Tática, procurei meu Chefe para saber o que fazer. Fui Informado de que alguns CATALINAS seriam mobilizados para a busca do 68, consegui ser escalado na tripulação do CA-10 6510 e, no dia seguinte, já estávamos voando para Manaus, onde havia sido montado o Centro Coordenador da Busca.
Nosso Comandante, no 6510, era o Cel. Protasio que, em seguida, passou o comando para o Maj. Del’Tetto. Como o 6510 teve que fazer revisão programada, por já ter voado 50 horas, fomos escalados no CA-10 6526, agora sob o comando do Maj. Boris, piloto oriundo do 2º/10º GAV e com muita experiência em Busca e Salvamento . Sua competência e habilidade terminaram por nos levar ao 68 . O 2º Piloto – Tenente Cunha, ainda sem muita experiência, porém, bastante esforçado e sempre disponível para tudo, foi um excelente companheiro nos dezesseis dias em que se alongaram as buscas. Outros dois Sargentos completavam nossa tripulação: o Mecânico Sobral e o Radiotelegrafista Leonardo. Como previam os procedimentos, em Manaus, a orientação era de concentrar as buscas num crescente, a partir de Jacareacanga e Cachimbo. Houve dia em que mais de trinta aeronaves estiveram engajadas na busca (inclusive de outros países), sendo considerado o maior esforço de salvamento de que já se tivera notícia.
Depois de alguns dias de busca na região considerada mais provável, nosso Maj. Bóris, contrariando os padrões normais de busca até então adotados, conseguiu permissão da Coordenação para operar de "motu próprio". E lá fomos nós para uma área, só acreditada por ele como provável, cruzando o Amazonas e seguindo para a localidade de Tefé.
Foi então que iniciamos uma verdadeira peregrinação de amerissagens e descolagens, colhendo informações com os ribeirinhos a partir de Tefé. Todos concordavam em que, na noite do acidente, haviam ouvido o ronco de um avião passando sobre eles e num mesmo rumo.
Foram muitos pousos nos rios da região, onde o Maj. Bóris colhia as informações com os moradores que vinham até nós, em suas canoas, enquanto os aguardávamos com os motores no "ralantim". Foi assim que chegamos ao povoado de Jupara, onde várias pessoas foram unânimes em dizer que um avião havia passado sobre o local e estrondado selva adentro.
Foi feito contato com o Centro de Coordenação de Manaus e informado das fortes evidências constatadas, o que trouxe para a área um C-47, um C-130 Hércules e um SA-16 Albatroz, sendo este comandado pelo Maj. Fávero que já havia servido conosco em Belém. Foram eles os primeiros a visualizar o 68 que, em seu "pouso" na selva, não abriu clareira.
No dia seguinte decolamos de Tefé já com alguns fotógrafos que iriam fazer a cobertura jornalística do resgate. Tendo como referência um ipê roxo e a orientação dada pelo SA-16, conseguimos visualizar os destroços do 68 em uma exposição de alguns segundos . Eu estava observando pela porta do túnel do 6526, localizada na parte inferior da cauda do avião. Quando vi o que restava do 68, julguei ter visto pessoas agitando os braços. Cedi o lugar a um fotógrafo que, em outra passada, registrou a cena. Haviam sobreviventes!
Fomos enviados, a Manaus, a fim de escoltarmos, até Jupara, um helicóptero que iria fazer o resgate dos sobreviventes, inclusive o Mecânico que me substituira na missão – o Botelho.
Quanto ao "Seu Oscar", após um rápido rescaldo, foi deixado para que a selva lentamente o sepultasse . Todos saíram de lá com a sensação de ter feito o máximo que podiam... E fizeram! Eu, contudo, deixei para traz um "pedaço" de mim e a lembrança do 68 até hoje me comove...
Ainda me considero um sobrevivente "ocasional" e, talvez, também tenha sido poupado para estar aqui contando a estória da amizade entre mim e uma máquina – o "Seu Oscar"...
Gilberto Bitar 1S Q. AV.
Fotos, fonte: http://www.reservaer.com.br/

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